Pela manha voltámos para o tenth district. Como já há uma semana que andava com este grupo e não via um zib que fosse, decidi que iria ficar pelo escritório para ver se aparecia algum trabalho para me encher a bolsa. O resto do grupo decidiu ir á Gnat Alley para saber mais sore o assassinato da Scarlet mas, duas semanas após o acontecimento e sendo uma zona onde assassinatos são o prato do dia , achei que não ia dar em nada.
Durante a tarde bateu-me a porta um colector de impostos chamado Zagi, que me pediu para ver os registos que acedi. Depois de investigados os registos pediu-me 75 zibs de imposto, que paguei prontamente. De repente comecei a sentir a necessidade de proteger o grupo. O Sr. Zagi perguntou-me se ja tinha um advoquist para me defender na audição em tribunal caso fosse preciso. Disse que não tinha e que achava que não seria necessário, pois tinha total convicção da minha inocência. Surpreso o Sr. Zagi disse "Não precisa!?!", dada a reacção do homem tentei perceber se ele sabia alguma coisa que eu não soubesse, mas pareceu-me que era mesmo supresa por eu querer enfrentar o tribunal sozinho. Perguntei-lhe se me poderia então recomendar um advoquist barato, e aceitável, e ele recomendou-me a senhora Veronica Prosanc. O Sr Zagi despediu-se e saiu. A toda a velocidade sai também correndo em auxilio do resto do grupo.
Deixei de sentir a necessidade de os proteger ja na Gnat Alley. Mesmo assim procurei por eles. Acontece que eu não os encontrei, eles é que me encontraram. Estavam todos bem aparentemente.
Pelo que me contou a Sakura, eles estavam a ser vigiados por uma silhana, a Sakura ainda conseguiu perceber um sinete verde e branco, mas nenhum de nós o reconheceu pela descrição que ela nos deu. A sakura conseguiu seguila pelos telhados mas, deixou-a fugir, depois desta lhe dizer que nos andava a vigiar porque tinha sido ordenada a tal.
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10 de abril de 2009
2 de abril de 2009
9 Seleszeni, 9013
No final da tarde, enquanto nos preparávamos para receber o pagamento pelo serviço, apareceu uma patrulha de Wojeks que sabia que nós os cinco tínhamos passado pela mesma rua onde o flame-kin enlouqueceu. Acusada a nossa identidade, pediram-nos para os acompanhar ao posto mais próximo para sermos interrogados.
Já no posto pediram-nos dar-mos o nosso nome completo e morada, após fornecer-mos as informações pedidas, pediram-nos para entregar-mos os nossos pertences, para serem examinados. Tomaram especial interesse no meu bilhete para o espetáculo "Guilds at War" que fora cancelado devido á erupção de outro flame-kin no tenth district. Questionaram-me sobre como obtivera o bilhete, ao que respondi honestamente que o comprara na bilheteira. Tentaram pressionar-me para obter uma confissão para algo que eu não cometera. Acabaram por me convocar a uma audiência em tribunal para data ainda por determinar. Ordenaram que assina-se um termo de residência e um termo de responsabilidade pelo bilhete, ao que acedi sem outra escolha. Por fim soltaram-nos. Voltamos para o Pivlic, que parecia amedrontado por termos sido convocados pelos Wojeks. Talvez este imp tenha algo a esconder da justiça e pense que a Liga dos Wojeks nos use para chegar até ele.
Já no posto pediram-nos dar-mos o nosso nome completo e morada, após fornecer-mos as informações pedidas, pediram-nos para entregar-mos os nossos pertences, para serem examinados. Tomaram especial interesse no meu bilhete para o espetáculo "Guilds at War" que fora cancelado devido á erupção de outro flame-kin no tenth district. Questionaram-me sobre como obtivera o bilhete, ao que respondi honestamente que o comprara na bilheteira. Tentaram pressionar-me para obter uma confissão para algo que eu não cometera. Acabaram por me convocar a uma audiência em tribunal para data ainda por determinar. Ordenaram que assina-se um termo de residência e um termo de responsabilidade pelo bilhete, ao que acedi sem outra escolha. Por fim soltaram-nos. Voltamos para o Pivlic, que parecia amedrontado por termos sido convocados pelos Wojeks. Talvez este imp tenha algo a esconder da justiça e pense que a Liga dos Wojeks nos use para chegar até ele.
31 de março de 2009
6 Seleszeni, 9013
O dia começou de uma maneira muito intrigante. Mal abro as portadas da janela um pombo correio pousa na minha janela com uma carta atada numa pata que tinha escrito:
"Senhor Dimitri,
Não se deixe enganar por artificios, eu ainda estou viva.
A minha situação na liga levou-me a forjar a minha morte."
Antes de me encontrar com os outros recebi a visita de um Wo'Jek que me informou que por vezes quando alguém é brutalmente assassinado por vezes volta ao mundo dos vivos sob a forma de espirito em busca de vingança pela sua morte. E que o que eu posso ter visto pode ter sido o espirito da Scarlet, e que a posso ter ajudado a obter a sua tão desejada vingança. Depressa lhe perguntei se sendo um espirito ela poderia enviar correspondência, pois eu acabara de receber uma carta dela. Espantado com o que lhe acabara de lhe dizer o homem pediu para ver a carta. E eu acedi ao pedido dele. Depois de a ler ele apenas me disse que alguém andava a brincar com a minha cara. E sem mais assunto partiu para o seu serviço.
Em seguida chamei o Leynad que convidei a dormir no quarto vago de minha casa. Juntos saímos ao encontro do resto do grupo.
Assim que nos reunimos decidimos voltar a mina e tentar perceber se o artefacto ainda lá estava. Alugamos um Dromad e partimos para a viagem. Como seria de esperar não havia sinais do artefacto.
Parámos em Utvara pois o Mifrim disse-nos que o dono do Imp's Haven, o Sr. Pivlic, nos daria emprego por dois dias como seguranças da sua estalagem. Como já há uns dias não caiam uns zibs na minha bolsa não vi como isso poderia ser mau e aceitei a proposta. Ao entrarmos na estalagem pudemos avistar ao fundo da rua um flame-kin a enlouquecer e perder o controlo. Rápidamente a situação foi controlada pelos especialistas da matéria. Quando a situação estava resolvida entrámos na estalagem.
O Sr. Pivlic falou-nos com mais detalhe sobre o serviço que pretendia, e sobre o pagamento por esse serviço. Todos aceitamos o serviço.
"Senhor Dimitri,
Não se deixe enganar por artificios, eu ainda estou viva.
A minha situação na liga levou-me a forjar a minha morte."
Antes de me encontrar com os outros recebi a visita de um Wo'Jek que me informou que por vezes quando alguém é brutalmente assassinado por vezes volta ao mundo dos vivos sob a forma de espirito em busca de vingança pela sua morte. E que o que eu posso ter visto pode ter sido o espirito da Scarlet, e que a posso ter ajudado a obter a sua tão desejada vingança. Depressa lhe perguntei se sendo um espirito ela poderia enviar correspondência, pois eu acabara de receber uma carta dela. Espantado com o que lhe acabara de lhe dizer o homem pediu para ver a carta. E eu acedi ao pedido dele. Depois de a ler ele apenas me disse que alguém andava a brincar com a minha cara. E sem mais assunto partiu para o seu serviço.
Em seguida chamei o Leynad que convidei a dormir no quarto vago de minha casa. Juntos saímos ao encontro do resto do grupo.
Assim que nos reunimos decidimos voltar a mina e tentar perceber se o artefacto ainda lá estava. Alugamos um Dromad e partimos para a viagem. Como seria de esperar não havia sinais do artefacto.
Parámos em Utvara pois o Mifrim disse-nos que o dono do Imp's Haven, o Sr. Pivlic, nos daria emprego por dois dias como seguranças da sua estalagem. Como já há uns dias não caiam uns zibs na minha bolsa não vi como isso poderia ser mau e aceitei a proposta. Ao entrarmos na estalagem pudemos avistar ao fundo da rua um flame-kin a enlouquecer e perder o controlo. Rápidamente a situação foi controlada pelos especialistas da matéria. Quando a situação estava resolvida entrámos na estalagem.
O Sr. Pivlic falou-nos com mais detalhe sobre o serviço que pretendia, e sobre o pagamento por esse serviço. Todos aceitamos o serviço.
29 de março de 2009
5 Seleszeni, 9013
Fomos retirados do nosso estado por um goblin que nos disse que nós tínhamos jurado não falar do sucedido a ninguém. Ele próprio parecia não saber do que se tratava. Apenas estava lá para nos informar que não podíamos falar sobre o que estava jurado a ninguém que estivesse fora do grupo. Avisou-nos que o Firemind estava com fome e que devia-mos sair dali o mais rápido possível. E assim fizemos.
Á saída resolvi passar pela liga dos Wo'Jeks, pois ainda tinha de informar a Scarlet Osnarra sobre o que se tinha passado, sobre o artefacto, que o perigo não estava eminente.
Para minha surpresa o agente que me recebeu informou-me que a agente Scarlet Osnarra estava morta há já duas semanas. Tentei saber mais, mas mais não me era permitido saber. Achei que não deveria forçar a informação de um outro agente. Este poderia ficar com a ideia errada sobre mim, até porque muitos da liga dos Wo'Jeks não me vêem com bons olhos, dada a minha profissão.
Saímos da sede de Boros decididos a comer em algum lado pois já há dois dias que não sentíamos qualquer coisa entre os dentes. De caminho o Rakanishu afastou-se de nós para ir falar com um outro goblin cujas feições não consegui identificar. Pouco depois do Rakanishu se juntar a nós ouvimos uns gritos de pessoas em pánico vindos de um beco ali perto, corremos para o local em auxilio das pessoas. Vimos um goblin empunhando um punhal assassinando brutalmente todas as pessoas que estavam nas suas proximidades. Atacamos o goblin na tentativa de o aguentar até que os agentes de Boros chegassem para tomarem conta da ocorrência.
Tombado o goblin os chegaram dois agentes de Boros que nos agradeceram a ajuda. O Leynad reconheceu um deles e tentou saber mais alguma coisa sobre a morte da Scarlet. Ele descobriu que a Scarlet tinha sido assassinada há duas semanas em Gnat Alley. Como o crime ocorrera há já duas semanas acei que não haveria necessidade de correr ao local em busca de provas, pois por esta altura quaisquer pista sobre o assassinato já estariam encobertas e seriam muito difíceis de encontrar.
Fomos almoçar e depois fomos cada um para o nosso canto para descansar. Pois o meu corpo estava fatigado, dado que não dormia uma boa noite há dois dias.
Á saída resolvi passar pela liga dos Wo'Jeks, pois ainda tinha de informar a Scarlet Osnarra sobre o que se tinha passado, sobre o artefacto, que o perigo não estava eminente.
Para minha surpresa o agente que me recebeu informou-me que a agente Scarlet Osnarra estava morta há já duas semanas. Tentei saber mais, mas mais não me era permitido saber. Achei que não deveria forçar a informação de um outro agente. Este poderia ficar com a ideia errada sobre mim, até porque muitos da liga dos Wo'Jeks não me vêem com bons olhos, dada a minha profissão.
Saímos da sede de Boros decididos a comer em algum lado pois já há dois dias que não sentíamos qualquer coisa entre os dentes. De caminho o Rakanishu afastou-se de nós para ir falar com um outro goblin cujas feições não consegui identificar. Pouco depois do Rakanishu se juntar a nós ouvimos uns gritos de pessoas em pánico vindos de um beco ali perto, corremos para o local em auxilio das pessoas. Vimos um goblin empunhando um punhal assassinando brutalmente todas as pessoas que estavam nas suas proximidades. Atacamos o goblin na tentativa de o aguentar até que os agentes de Boros chegassem para tomarem conta da ocorrência.
Tombado o goblin os chegaram dois agentes de Boros que nos agradeceram a ajuda. O Leynad reconheceu um deles e tentou saber mais alguma coisa sobre a morte da Scarlet. Ele descobriu que a Scarlet tinha sido assassinada há duas semanas em Gnat Alley. Como o crime ocorrera há já duas semanas acei que não haveria necessidade de correr ao local em busca de provas, pois por esta altura quaisquer pista sobre o assassinato já estariam encobertas e seriam muito difíceis de encontrar.
Fomos almoçar e depois fomos cada um para o nosso canto para descansar. Pois o meu corpo estava fatigado, dado que não dormia uma boa noite há dois dias.
28 de março de 2009
4 Seleszeni, 9013
Quando acordei de madrugada, já não estava na mina, mas sim algures no meio do Husk. Comigo estavam o Leynad, a Sakura, o vedalken e o goblin que não atirou a bomba. Mais tarde soube que o vedalken se chamava Mifrim Ayzul e que o goblin se chamava Rakanishu.
Poucos minutos depois de nos levantar-mos fomos emboscados por uns goblins. Eles pareceram concentrar-se mais no Rakanishu do que em nós. Mas todos nós partimos em sua defesa, pelo menos eu fui compelido a tal por forças que de momento não compreendo.
Derrotados os goblins juntamo-nos para tentar perceber o que se havia passado na mina. O Mifrim perguntou se tínhamos visto um silhana em mau estado na mina. O Rakanishu apenas revelou que queria a "coisa brilhante".
Algum tempo depois o Mifrim recebeu um chamamento de uma entidade á qual ele apenas se referiu por "O Grande Firemind, Niv-Mizzet", o ser mais inteligente em toda a Ravnica. Ele ordenára a Mifrim que nos leva-se a sua presença, pois ele tinha mais informação para nos dar sobre o sucedido.
Movidos pela curiosidade sobre o artefacto, a luz e como fomos misteriosamente teleportados para metros de distância da nossa posição inicial, acompanhamos o Mifrim até á sede dos Izzet onde fomos levados até um enorme salão onde lá estava um imponente dragão, o Niv-Mizzet. Niv-Mizzet disse-nos que o artefacto em questão era O artefacto que mantinha o Guildpact. E como esse artefacto havia sido destruido nós os cinco contínhamos dentro de nós a magia que mantinha o Guildpact.
Disse-nos também que a reunião entre os líderes das guildas marcada para o mês seguinte teria de ser adiada de urgência para o dia seguinte. E que até lá teriamos de permanecer em estáse. E com um gesto gentil assim nos colocou.
Poucos minutos depois de nos levantar-mos fomos emboscados por uns goblins. Eles pareceram concentrar-se mais no Rakanishu do que em nós. Mas todos nós partimos em sua defesa, pelo menos eu fui compelido a tal por forças que de momento não compreendo.
Derrotados os goblins juntamo-nos para tentar perceber o que se havia passado na mina. O Mifrim perguntou se tínhamos visto um silhana em mau estado na mina. O Rakanishu apenas revelou que queria a "coisa brilhante".
Algum tempo depois o Mifrim recebeu um chamamento de uma entidade á qual ele apenas se referiu por "O Grande Firemind, Niv-Mizzet", o ser mais inteligente em toda a Ravnica. Ele ordenára a Mifrim que nos leva-se a sua presença, pois ele tinha mais informação para nos dar sobre o sucedido.
Movidos pela curiosidade sobre o artefacto, a luz e como fomos misteriosamente teleportados para metros de distância da nossa posição inicial, acompanhamos o Mifrim até á sede dos Izzet onde fomos levados até um enorme salão onde lá estava um imponente dragão, o Niv-Mizzet. Niv-Mizzet disse-nos que o artefacto em questão era O artefacto que mantinha o Guildpact. E como esse artefacto havia sido destruido nós os cinco contínhamos dentro de nós a magia que mantinha o Guildpact.
Disse-nos também que a reunião entre os líderes das guildas marcada para o mês seguinte teria de ser adiada de urgência para o dia seguinte. E que até lá teriamos de permanecer em estáse. E com um gesto gentil assim nos colocou.
3 Seleszeni, 9013
Estava eu no meu escritório ao final da tarde a ler o Old Rav Herald, quando de repente bate a porta uma humana ruiva que se apresentou como Scarlet Osnarra da liga dos Wo'Jeks. Pelo signet que apresentava junto da capa não tive razões para desconfiar.
Ela falou-me de um artefacto que continha o poder de ampliar as magias. Um simples feitiço de fogo de brincar poderia ser usado para queimar um distrito inteiro. Disse-me que havia rumores que esse artefacto tinha sido encontrado pelos prospectores de Utvara.
Mandou-me procurar mais informações visto que a liga dos Wo'Jeks estava sobre carregada com outras investigações. Pelo que me pagou 50 zibs de avanço.
Enquanto me preparava para sair para a cidade outro humano bate a porta. Este era Leynad, um tipo bem parecido. Este falou-me de de um artefacto que teria o poder de curar qualquer doença. Pensei logo que poderia ser o mesmo artefacto que a Scarlet me mandou investigar.
Tratados os pagamentos saímos para em direcção á Order of the Stars para pedir a Sakura para nos acompanhar visto que as qualidades dela poderiam ser-nos úteis.
Cada um de nós alugou um Dromad e partimos para Utvara. Parámos num inn para recolher mais informações. Falámos com um minótauro que nos indicaram saber de algo. O minotauro parecia estranhamente abalado. Parece que algúem lhe arrancou a informação a força. Com a ajuda das palavras certas e um copo de ale, lá consegui convencer o homem a nos dar as informações que tinha. Ele indicou-nos que os prospectores de umas minas que ficavam a noroeste daquele local encontraram uma artefacto fora do normal. Fomos para lá imediatamente.
Assim que chegamos ás minas, deparámo-nos com uma descomunal chacina de goblins á entrada. Após ponderar seriamente sobre se haveríamos de entrar ou não. Após alguns minutos de reflecção lá acabámos por descer.
No fundo avistamos duas sombras a combater. Decidimos ir até lá e tentar perceber o que se passava. Assim que chegamos lá vimos dois goblins a combater. Mais tarde apareceu um vedalken vindo de outra esquina da mina. Subitamente um dos goblins saca de uma bomba de pirobomba e proferindo em toda a sua raiva "Se o artefacto não pode ser meu, então ninguém o pode ter!!" atirou a bomba para cima do artefacto. Uma luz branca cegou-me.
Ela falou-me de um artefacto que continha o poder de ampliar as magias. Um simples feitiço de fogo de brincar poderia ser usado para queimar um distrito inteiro. Disse-me que havia rumores que esse artefacto tinha sido encontrado pelos prospectores de Utvara.
Mandou-me procurar mais informações visto que a liga dos Wo'Jeks estava sobre carregada com outras investigações. Pelo que me pagou 50 zibs de avanço.
Enquanto me preparava para sair para a cidade outro humano bate a porta. Este era Leynad, um tipo bem parecido. Este falou-me de de um artefacto que teria o poder de curar qualquer doença. Pensei logo que poderia ser o mesmo artefacto que a Scarlet me mandou investigar.
Tratados os pagamentos saímos para em direcção á Order of the Stars para pedir a Sakura para nos acompanhar visto que as qualidades dela poderiam ser-nos úteis.
Cada um de nós alugou um Dromad e partimos para Utvara. Parámos num inn para recolher mais informações. Falámos com um minótauro que nos indicaram saber de algo. O minotauro parecia estranhamente abalado. Parece que algúem lhe arrancou a informação a força. Com a ajuda das palavras certas e um copo de ale, lá consegui convencer o homem a nos dar as informações que tinha. Ele indicou-nos que os prospectores de umas minas que ficavam a noroeste daquele local encontraram uma artefacto fora do normal. Fomos para lá imediatamente.
Assim que chegamos ás minas, deparámo-nos com uma descomunal chacina de goblins á entrada. Após ponderar seriamente sobre se haveríamos de entrar ou não. Após alguns minutos de reflecção lá acabámos por descer.
No fundo avistamos duas sombras a combater. Decidimos ir até lá e tentar perceber o que se passava. Assim que chegamos lá vimos dois goblins a combater. Mais tarde apareceu um vedalken vindo de outra esquina da mina. Subitamente um dos goblins saca de uma bomba de pirobomba e proferindo em toda a sua raiva "Se o artefacto não pode ser meu, então ninguém o pode ter!!" atirou a bomba para cima do artefacto. Uma luz branca cegou-me.
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